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Video Institucional da Upgrade Yourself

Foi com imenso entusiasmo que a Oficina de Filmes produziu este video institucional. A Upgrade Yourself fornece serviços de Coaching com PNL, personalizados, e com resultados extraordinários! Ajuda as pessoas e empresas a atingirem os seus objetivos e melhorarem os resultados através de processos de Business Coaching e Life Coaching. Distribuidora exclusiva Coaching Toolbox Portugal.
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Filme rodado no Rock In Rio

A Oficina de Filmes este a gravar um filme de ficção. Uma história de desafio e união de amigos. Realizado por Miguel Leão, com argumento de Miguel Leão e Gonçalo Perestrelo, o director de fotografia.
João Pedro Lima, Inês Laranjeira, Brienne Keller, Valéria Carvalho e Ângelo Torres são atrações de um elenco de luxo e em que os atores protagonistas são músicos.

Acerca do Produtor

Produtores executivos vs Diretores

Discos Perdidos

 Um documentário de Tiago de Carvalho

Em fase de finalização.Tiago de Carvalho

Nuno Costa Santos, tem 39 anos e vive em Lisboa. Durante as mudanças para um novo apartamento, não consegue encontrar grande parte dos discos da sua adolescência. Ao procurá-los entre telefonemas de amigos e familiares, surge a hipótese de os ter deixado na ilha onde nasceu e onde passou a sua adolescência: São Miguel. Além de colegas de trabalho – já realizei vários conteúdos para as Produções Fictícias, inclusivé a série Melancómico (indicada pela TimeOut, 2 anos consecutivos, como Melhor Série Original Portuguesa) onde o Nuno era o protagonista e argumentista – tornámo-nos também bons amigos. Nessa altura o Nuno partilhou comigo a problemática dos discos e, num jantar decidimos que teríamos de documentar essa demanda da procura dos discos perdidos que, no fundo, não é mais que um resgate da juventude perdida. Tendo como pretexto narrativo o regresso à ilha para ir buscar os discos que por lá deixou e que simbolizam uma série de vivências partilháveis, pretendíamos partilhar uma série de histórias, suas e das pessoas com quem se iria cruzando, de forma a fazer um retrato vivo, diverso e dinâmico do crescimento na ilha de São Miguel e das mudanças – humanas, sociais, tecnológicas – que neste território têm ocorrido nos últimos 20 anos. Tendo como caminho fílmico, a procura desses discos perdidos, e como personagens principais, os amigos da juventude perdida. A música tendo um peso tão grande nas nossas juventudes, foi a inspiração para criar a estética do filme, e a sua identidade. E a cultura musical partilhada por estes amigos era tão forte e singular, que seria o alicerce que seguraria as suas amizades durante os restantes anos. Tentamos também descobrir como, numa ilha isolada no meio do Oceano Atlântico, foi possivel chegar, a música Brit-Pop alternativa dos anos 80. E é esse género musical – que surge com a cultura New Wave – que iria ser um dispositivo essencial para a maneira como iria olhar para esta aventura. Não poderia ser um documentário de testemunhos, fossem eles numa cadeira em modo entrevista, ou mesmo in loco em modo reportagem. A New Wave fazia-se sentir por uma entidade muito própria, muito rebelde, muito contra as regras instituídas, do que é arte ou cultura. Aliada a muita dinâmica, cor, ritmo, vida… Decidi que iríamos filmar este documentário como se fosse uma ficção. O leit motiv já estava lançado. O protagonista era nosso durante 24 horas por dia. E misturaríamos a beleza natural dos Açores, com a música pop muitas vezes de traços épicos, e o grafismo do action painting. Este documentário seria no todo, uma ode à New Wave. Até no seu conteúdo nostálgico, que também era muito próprio das letras desse género musical. Uma aventura e uma procura que é por um lado, física na procura dos discos, e por outro profunda – a procura e as dúvidas existenciais da juventude contra o resto da vida. E por tal, fez-me sentido que por entre os caminhos e pessoas percorridas, surgissem momentos de devaneios e procura. Daí a ideia surgida de introduzir uma voz off (que sugere um “eu” futuro e mais filosófico), e misturar certos momentos ficcionados ou ilustrativos, mas não falsos. A veracidade dos momentos de interação com os amigos e outras pessoas é total no sentido em que não são atores a interpretar um papel nem um guião escrito. Apenas tive a sensibilidade de escolher locais ou situações adequadas – após pré-entrevistas – onde o Nuno pudesse interagir com essas pessoas, possibilitando que esses mesmo locais/situações lançassem uma mensagem pretendida, de maneira a que até o menor aspeto do filme tenha um valor artístico e simbólico. Sempre com a ambição de tornar este filme um cocktail de todas as artes que compunham a cultura New Wave. Tiago P. de Carvalho

 

 

Entrevista a Hermenegildo Pereira, Procurador Geral da República

Entrevista ao Prcurador da República! Hermenegildo Pereira! — em Guiné-Bissau.

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Entrevista a Domingos Simões Pereira

Hoje fizemos uma entrevista muito especial, com o primeiro ministro da Guiné Bissau, Domingos Simões Pereira.

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